Desentendimentos e dificuldades dentro da equipe são fatais para qualquer empresa. Constituir e dinamizar uma equipe de trabalho é uma tarefa longa na Gestão Empresarial, mas que compensa. Os times de sucesso tendem a desenvolver metas coletivas, que vão além daquelas que a empresa determinou para eles.
A receita para a equipe de sucesso é a presença de uma liderança participativa e afetiva, movida por muito esforço e dedicação. Uma equipe torna-se uma equipe de fato quando tiver saído da fase de (apenas) buscar resultados financeiros, passando a ter uma preocupação real com o bem-estar das pessoas, dentro e fora dela. Como o cérebro é composto pelo lado racional, o lado esquerdo do cérebro, e pelo intuitivo, o direito, a equipe também só ganha propulsão inteligente com a ativação destes dois lados.
Uma Gestão Empresarial sensata leva em conta que sempre é vantajoso para a equipe ser composta por membros polivalentes e diferentes entre si. Quanto mais polivalentes forem os membros, melhor. Um pouco de polêmica não prejudica; unanimidade, ao contrário, tende a atrofiar potenciais. Os profissionais precisam ter senso crítico aguçado e até serem competitivos, mas com vontade e capacidade de cooperar com a equipe, antes que a corda arrebente.
Equipes que funcionam no esquema “o líder manda e os outros apenas obedecem” estão fadadas ao fracasso. Se o líder só quer mandar, não precisa de equipe. Quando se unem inteligências, certamente o resultado é melhor.
Mas, para quem está dentro da equipe, como trabalhar no dia-a-dia com pessoas tão diferentes? Os conflitos são inevitáveis, mas são uma ótima oportunidade para oxigenar uma Gestão Empresarial que promove o crescimento individual e, por tabela, o corporativo.
Ter iniciativa e não esperar que os outros ajam por ele é um primeiro passo para quem atua em equipes.
Quando se fala em trabalho em equipe, as formigas dão uma aula. Elas vivem numa estrutura organizada e sabem o que fazer pelo bem comum – sem receber ordens para agir. Quando estão em ação, a sincronia entre elas é tão perfeita que parecem funcionar como membros do mesmo corpo. São uma evidência de que a união gera força.
Mas, para que os resultados apareçam, é preciso que todos estejam engajados no bem comum. Juntos, os membros de uma equipe são capazes de fazer o que não iriam realizar, se trabalhassem cada um por si.
O que fazer para a “alquimia” de uma equipe funcionar de forma vencedora:
- Objetivos comuns, assumidos individualmente.
- Papéis diferenciados, cada um fazendo sua parte e contribuindo para o coletivo.
- Espaço autônomo, dando vazão à liberdade de idéias.
- Franqueza construtiva na articulação de críticas – tapar o sol com a peneira não. resolve; os conflitos e problemas devem ser expostos e discutidos.
- Receptividade objetiva na hora de escutar as críticas – trabalhar em equipe não é só criticar os parceiros. Saber ouvir é fundamental.
- Integração com os outros times na busca de conhecimento e apoio.
O que mina os resultados esperados do trabalho em equipe:
- Falta de confiança: as pessoas precisam se sentir à vontade, dispostas a mostrar sua vulnerabilidade e ter certeza de que seus pontos fracos jamais serão usados contra elas; o líder deve dar o pontapé inicial, mostrando a própria vulnerabilidade.
- Falta de conflito: as reuniões se tornam mornas e entediantes. O líder deve abrir espaço para que os membros da equipe aprendam a lidar com conflitos e apenas interferir quando “não tem solução”.
- Falta de comprometimento – debates mascarados dificultam o comprometimento assertivo, porque ninguém se envolve com a decisão.
O líder precisa conduzir a um plano de ação, estabelecendo de forma objetiva as tarefas e prazos de cada um.
“ Equipes Vencedoras - Elas existem !”. Basta uma Gestão Empresarial à altura do potencial energético dos membros do organismo inteligente da Organização! |